Afinal, o tamanho conta?

Não há homem que não tenha curiosidade em saber quanto mede o seu pénis. Uns queixam-se que é demasiado pequeno, outros gabam-se de serem bastante “avantajados”. Afinal, o tamanho do pénis é ou não relevante para uma maior satisfação sexual? Terão os homens e as mulheres a mesma visão sobre este assunto? A questão é bem antiga e não gera consenso. Há quem diga que sim e quem garanta que não, mas será que o tamanho do pénis tem alguma influência na capacidade que o homem tem de proporcionar prazer à mulher? Ou ainda, será que isso faz alguma diferença no quão atraente um homem é? Assim como a cor dos olhos, cor da pele e a estatura, também o tamanho do pénis é determinado geneticamente, ating

Amor sem sexo ... pode dar certo?

Embora um casal sem sexo possa estar mais vulnerável a problemas, este deve ser visto como um complemento e não como “A RELAÇÃO”! O importante é que cada um se comprometa consigo mesmo, com o parceiro, e com o vínculo entre ambos. Ou seja, que compreenda que o sexo deve ser apenas mais um entre os vários elementos da relação, tais como amor, confiança, companheirismo, admiração e partilha. Apesar de ser inegável a importância do sexo para o fortalecimento dos laços de confiança e união no casal, existem relações amorosas felizes sem que ele esteja presente. Tudo depende do conceito que cada um tem de sexo! Se acreditamos que implica sempre a existência de penetração limitamos a oportunidade

Impulsos para que vos quero

Muito lhes devemos, mas é-nos quase sempre pedido que os controlemos, sob pena de sermos considerados selvagens ou pouco sãos. Autocensuramo-nos, mas não queremos perder a espontaneidade ou renunciar ao prazer. Há quem diga que «não se pode servir a dois amos», mas, neste caso, é no equilíbrio entre ouvir os impulsos e praticar o autocontrolo que se consegue o melhor de dois mundos. Um murro na mesa, um beijo apaixonado, a compra de um chocolate e a cleptoma­nia podem ter mais em comum do que se imagina à partida. São, ou podem ser, impulsos. Dos adultos é esperado que os controlem. A bem da civilidade, do deco­ro ou mesmo da saúde. Nem sempre é fácil, mas também nem sempre é útil. Evolutiva

Preliminares … curtos ou longos?

No início das relações amorosas, o tempo dedicado aos jogos eróticos, ocupa grande parte dos encontros afetivos. No entanto, com o prolongar da relação, os casais tendem a investir cada vez menos nesses jogos e, em alguns casos, deixam mesmo de os ter. Para muitos casais estes jogos são uma espécie de “bibelot” que compram e colocam na sala de estar, bem à vista, nos primeiros tempos, mas que com o passar dos anos, o vão esquecendo, permitind...o que ganhe pó, até decidirem guardá-lo no baú ou deitá-lo fora. Ao longo da minha prática clínica, tenho verificado como muitos casais consideram que “SEXO = COITO/PENETRAÇÃO” e que tudo o resto é um suplemento, com pouca ou nenhuma importância nos e

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